Já podemos observar que muitos prédios estão sendo construídos perto de grandes centros urbanos. Isso tem acontecido porque está muito difícil de encontrar terrenos nas outras regiões da cidade de São Paulo. Por isso os velhos galpões do Brás, Pari e Bom Retiro, Luz geram espaço para construções de prédios. Claro, que alguns desses galpões não podem ser demolidos, mas onde podem as grandes construtoras tem investido.
É o Plano Diretor em andamento, uma forma de revitalizar, áreas antes em “decadência”, agora em plena expansão de investimento e crescimento, pois esses locais não tinham um perfil residencial. Porém, com o anúncio das políticas pública de revitalização para esses grandes centros, cada vez mais as pessoas tem se interessado em ficar no centro de São Paulo.

As vantagens são imensas e a segurança de morar verticalmente, eleva a plenitude de satisfação nos dias de hoje. A grande São Paulo é um dos grandes centros de urbanos que há muitas atrações culturais e comerciais: Parques para passeios e atrações (foto Ibirapuera), revitalização da Região da Estação da Luz, muitas faculdades, escolas de cursos tecnológicos, o que você procurar para comprar – irá achar em Sampa. Trabalho então, crescimento profissional, carreira promissora, fica tudo mais fácil, morando próximo de tudo isso. E com o desenvolvimento do Metrô, essa grande obra da arquitetura e da engenharia em prol da beleza e da cidadania, nos deixam mais perto do futuro.

Há, é lógico, algumas desvantagens, o mundo não poderia ser tão perfeito: poluição, trânsito, insegurança nas ruas. Mas isso, deverá ser estruturado de acordo com o tempo.

Uma das empresas que tem apostado neste desenvolvimento é a PDG, que afirma que a quantidade de absorção de lançamentos chega a ser maior do que em outras cidades, um grande exemplo disso, é que em maio foi lançado o edifício residencial Urbe, com 216 unidades, mas hoje, podemos encontrar somente 3 disponíveis. A empresa Requadra Desenvolvimento Imobíliário também decidiu entrar no ramo, e está lançando duas torres no Brás, somando um total de 440 apartamentos. Mas a empresa confessa, a grande dificuldade em encontrar terrenos que estejam com a documentação em ordem. O tamanho desses apartamentos varia de 28 m² a 50 m² quadrados, o valor ainda não está definido, mas pode variar de 135.000 mil reais a 310.000 mil reais.

A intenção é de que muitos trabalhadores da região procurem por esses imóveis, já que as construções mais antigas não possuem vaga de garagem. O valor dos imóveis também está chamativo, pois é um local que ainda não foi descoberto, diferentes das regiões do Ibirapuera e Vila Nova, onde o metro quadrado chega a custar 9.000 mil reais, no Brás, o metro quadrado custa 4.300 mil reais.

Caso você tenha se interessado em morar no centro de Sampa, acesse os sites abaixo e conheça alguns tipos de imóveis na Lopes: www.lopes.com.br/imoveis/proximo ou na PDG: www.pdg.com.br/?idRegiao=1